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terça-feira, 19 de agosto de 2014

GRUPO FOI EXPULSO DE COMUNIDADE

Os casos denunciados à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência vão de insultos à violência física, passando por invasões de terreiros e até recusa de fazer negócios. Foi o que ocorreu com Fábio Oliveira, frequentador do Ilê Axé Oxum.



 

- Compramos um terreno em uma comunidade em Campo Grande para erguer um barracão. Na semana seguinte, fomos informados de que o tráfico local não queria ‘macumbeiros’ ali. Tivemos de desistir do espaço - conta.

O grupo de Oliveira hoje se reúne com frequência no Parque Ecológico dos Orixás, em Magé. O local foi criado há dez anos, na tentativa de evitar a exposição dos praticantes de candomblé e umbanda. Todos os fins de semana, a área, de 60 mil metros quadrados, recebe dezenas de associados à União Umbandista dos Cultos Afro-Brasileiros. Vestidos de branco, os frequentadores se reúnem em cantorias com atabaques e deixam oferendas aos pés de imensas estátuas de orixás e em uma cachoeira.

Diferentemente de Oliveira, grande parte dos frequentadores do parque não quer ser identificada e não se deixa fotografar. Testemunhos de quem aceita conversar dão pistas do que leva ao acanhamento.

- Trabalho em um banco e tive uma chefe que descobriu que eu batia tambor. A partir dali, ela começou a me perseguir, e tive de pedir transferência - conta uma umbandista.



Professor do Departamento de Ciência da Religião, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o cientista social Silas Guerriero vê um aumento da intolerância no Brasil nos anos recentes:

- As intolerâncias mexem com a sociedade de maneira geral, quando um grupo se acha superior ao outro. No Brasil, sempre houve uma certa tolerância religiosa. O que tem acontecido nos últimos anos é que o pentecostalismo se coloca de maneira muito fundamentalista. E esse fundamentalismo evangélico tem levado às situações de violência que estamos vendo.

Segundo números do Disque 100, evangélicos são apontados em nove dos 22 registros de intolerância contra adeptos do candomblé e da umbanda. Mas, para o diretor da Associação dos Pastores e Ministros Evangélicos do Brasil, Carlos de Oliveira, os neopentecostais são acusados de maneira injusta.

- Os evangélicos são pacíficos. Nunca presenciei um pastor dizendo “vamos incendiar um terreiro, vamos quebrar suas imagens”. O que se fala é “vamos orar para que Deus toque o coração deles”. - defende o pastor da Assembleia de Deus. - Sempre que invadem uma igreja católica ou um terreiro, os evangélicos são os primeiros suspeitos. Mas, muitas vezes, os agressores não são da religião.


 

ÉBOLA COMEÇA A ESPALHAR SE E A CONTAMINAR O MUNDO

AHMED JALLANZO/EPA
Os 17 doentes infetados com o vírus Ébola que escaparam de um centro de isolamento em Monróvia, capital da Libéria, continuam a monte, informaram as autoridades locais.
“Continuamos à procura dos 17 doentes que fugiram do centro, mas ainda não os encontrámos”, confirmou à AFP o ministro da Informação liberiano, Lewis Brown.
Na noite de sábado, homens armados com bastões e facas atacaram e pilharam o centro de isolamento, levando à fuga dos 17 doentes internados.
À AFP, Fallah Boima, mãe de um dos doentes em fuga, disse não ter tido notícias do filho desde o ataque.
Segundo relataram testemunhas, os assaltantes gritavam palavras de ordem hostis à Presidente liberiana, Ellen Johnson Sirleaf, que acusam de fabricar uma epidemia de Ébola no país.
“O pior é que aqueles que pilharam o centro levaram colchões e lençóis contaminados com fluidos dos doentes. Arriscamo-nos a estar perante uma situação difícil de controlar”, reconheceu o ministro.
O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infetados, provocando febres hemorrágicas que, na maioria dos casos, são fatais.
Nesse sentido, Lewis Brown, designado porta-voz para informações sobre a epidemia de Ébola na Libéria, admitiu a possibilidade de pôr em quarentena a zona de West Point, onde se situa o centro de isolamento atacado, instalado num liceu do bairro onde vivem cerca de 75 mil pessoas.
“Os criminosos que pilharam o centro já estarão todos, nesta altura, provavelmente infetados com o vírus Ébola. Pôr o bairro de quarentena poderá ser uma solução”, frisou o ministro.
Segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ébola causou, em cinco meses, 1.145 mortos, em maior número da Libéria (413), seguido de Guiné-Conacri (380), Serra Leoa (348) e Nigéria (4).
No dia 8, a OMS declarou a epidemia de Ébola uma “emergência de saúde pública com alcance internacional” e recomendou a adoção de medidas excecionais para deter a propagação do vírus.
Uma série de países da África Ocidental já declararam também o estado de emergência e várias fronteiras foram encerradas.
Não existe tratamento nem vacina, cenário que faz do Ébola um dos mais mortais e contagiosos vírus para os seres humanos.

EXTRAÍDO DO SITE:http://noticias.pt.msn.com/17-doentes-infetados-com-%C3%A9bola-continuam-a-monte-na-capital-da-lib%C3%A9ria



O JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

FORMA DE CONTROLAR A EBOLA ESTA NA DEFINIÇÃO DE CATACLISMO

 UMA EXPLICAÇÃO SIMPLES DO EXU SETE   ENCRUZILHADAS!
 
Os desastres repentinos, praticamente imprevisíveis e de impossível prevenção, sendo a única maneira de salvar vidas a evacuação do local. Criar hospitais de campanha no local da catástrofe, para dissipar a evolução catastrófica.
O maior erro que esta sendo cometido e levar as pessoas infectadas para os hospitais locais, ou mesmo das cidades, porque sendo desta forma estão propagando o vírus dentro do espaço hospitalar atingindo todos os que estão sendo tratados de outras enfermidades.
Até mesmo infectando a população residente nestas cidades. 




Vamos repetir novamente o que é cataclismo abaixo.

Cataclismo: são desastres repentinos, praticamente imprevisíveis e de impossível prevenção, sendo a única maneira de salvar vidas a evacuação do local. Também tem como característica um alto número de fatalidades e grande prejuízos econômico para os locais, sendo necessário anos, décadas em certos casos, para a recuperação total das estruturas locais.

O Jornalista : Sacerdote Carlos Dias

DEUS JESUS E AS ENTIDADES PREOCUPADOS COM A MALDADE DO MUNDO


Caríssimos irmãos o plano Espiritual  esta triste para com os seus irmãos terrestres, pois a maldade esta em 1º lugar .

Todo o esforço que foi feito por JESUS na terra parece que foi em vão, pois foi o Cordeiro de Deus para a salvação dos pecados e dos pecadores, também o responsável pela abertura  do reino dos Orixás na terra.

Porque já estava criado no plano Astral e era preciso trazer á terra os seus polos de ativação em seus pontos vibratórios, neste momento as dimensões Espirituais estão se preparando  para o pior ( ver filme Nosso Lar, trás uma noção )  abrindo as portas de todas as dimensões para receber todos seus irmãos que irão descarnar pelo motivo de guerras ativas e biológicas, preparadas por pessoas sem escrúpulos e que se acham ser superiores ao Criador ( DEUS ).
Todos deveriam ter  consciência e se lembrarem das palavras de Nossa Senhora ( Virgem Maria ) que tanto pediu que orassem pela salvação da Rússia, assim também deveríamos fazer correntes entre irmãos de todas as RELIGIÕES e rezar, pedindo á Santíssima Mãe Virgem Maria , que rogue por nós a Deus e seu filho Jesus pela salvação de todos, pois iremos passar uma crise a nível mundial de guerras ativas e biológicas.
Todos vós meus irmãos de Religião de Deus sem definição de culto juntemo-nos numa só força pelo bem do Mundo.



O Jornalista: Sacerdote Carlos Dias      

BABA OSCAR ASSASSINADO POR JOVEM

O delegado Roberto Lavor, da Delegacia de homicídios, afirmou que a família de Oscar  disse que a última vez que ele foi visto foi quando saiu de carro na noite de sábado, mas não viram ele voltar com nenhuma pessoa. A vítima vivia no terreiro, ao lado da residência de sua família.
Roberto Lavor disse que o corpo do umbandista foi encontrado ensanguentado e com pancadas da pá de construção civil.
“As pancadas atingiram a cabeça da vítima”, declarou o delegado.
Roberto disse ainda que a Delegacia de Homicídios vai verificar junto ao IML, onde os golpes de pá atingiram o seu corpo. Ele não sabe se o assassino de Oscar é ou não seu parceiro sexual. Segundo o delegado, as investigações vão continuar e está comprovado que se trata de um homicídio, mas ainda não tem pistas de onde está o assassino.


Atualizado às 07:46
O umbandista Oscar de Oxalá foi encontrado assassinado na manhã deste domingo em sua residência e templo religioso na rua Sergipe, no bairro Pirajá, na zona Norte de Teresina. O cabo Ademir, da Polícia Militar (PM), afirmou que o corpo de Oscar de Oxalá foi encontrado em sua residência e terreiro de umbanda às 6h30.


Segundo ele, o corpo foi encontrado nu e com sinais de violência. O cabo Ademir acredita que Oscar de Oxalá foi assassinado com sinais de espancamento. "Provavelmente houve luta corporal", declarou o cabo.
Oscar Gomes Filho, tinha 61 anos. Ivone Brito, sua parente, disse que Oscar de Oxalá se formou a trinta anos em umbanda na cidade de Salvador-BA.
O Cabo do 9° Batalhão da Polícia Militar disse que o assassinato tem como autor um jovem de 18 anos que estava na casa de Oscar na noite de sábado e saiu de bicicleta que era da irmã do umbandista, quando foi visto pelos vizinhos.
Segundo ele, o corpo do umbandista estava de bruços e com muito sangue. Eles encontraram um pá usada em construção civil sob seu corpo, isso indica que ele pode ter sido espancado com ela.
“A perícia vai determinar como foi esse assassinato, mas tudo indica que foi com uma pá. Aparentemente houve uma discussão no andar de cima do terreiro, e ao tentar fugir, Oscar de Oxalá foi pego e espancado”, disse o Cabo Ademir.

 Jornalista Paulo Rebelo
 Fonte  http://www.meionorte.com/blogs/efremribeiro/assassinaram-o-umbandista-oscar-de-oxala-304710

RELIGIOSOS DA BAHIA DEVEM PRESTAR HOMENAGEM A PAI DE SANTO

A morte do babalorixá Oscar Gomes Filho, neste domingo (17), deixou enlutada não só a família e os amigos do pai-de-santo, mas também os praticantes das religiões de matriz africana do Piauí e de outros estados. Oscar levava como sobrenome o nome do seu orixá de cabeça, Oxalá, que está relacionado à criação do mundo e dos homens, segundo a mitologia do candomblé.

Segundo a coordenadora da Rede de Religiões Afro-Brasileiras do Estado do Piauí, Eufrazina Gomes, a Mãe Eufrazina, que possui um terreiro de umbanda na zona sul da capital, a morte de Oscar é um fato marcante. “Estamos muito abalados. Eu estava no interior e soube da notícia. Jamais esperaria que acontecesse isso com ele, que é uma referência não só para o candomblé, a religião dele, mas como para todos nós”, declara.  
Mãe Eufrazina conta que em seu terreno, assim como em outros, hoje não haverá a gira, o ritual religioso. “Todos os terreiros gostavam muito dele. Ele era uma pessoa extremamente ensinada. Com certeza, o povo da Bahia, onde ele também é muito querido, está mobilizado e vão estar aqui”, afirma. 
A religiosa explica que iria abrir o cortejo da Cultura Negra Estaiada na Ponte ao lado de Oscar de Oxalá, evento que iria acontecer no próximo dia 30 de agosto e que visa aglutinar os seguidores das religiões de matrizes africanas em Teresina. 

Candomblé e Umbanda
 
Oscar de Oxalá era ligado ao Candomblé, religião de origem puramente africana, que possui rituais de culto aos orixás que “ocupam” os seus médiuns. Já a Umbanda tem elementos do candomblé, mas também possui traços de religiões como o catolicismo, espiritismo e raízes indígenas e pode haver incorporações dos seus médiuns com entidades como pretos-velhos, caboclos, boiadeiros, entre outros

Jornalista Paulo Rebelo
Fonte  http://cidadeverde.com/religiosos-da-bahia-devem-prestar-homenagens-a-oscar-de-oxala-170826


domingo, 17 de agosto de 2014

DEUS ORDENA EXU GUARDIÃO AVISAR AO MUNDO O CATACLISMO MUNDIAL

O QUE É CATACLISMO? São desastres repentinos, praticamente imprevisíveis e de impossível prevenção, sendo a única maneira de salvar vidas a evacuação do local. Também tem como característica um alto número de fatalidades e grande prejuízos econômico para os locais, sendo necessário anos, décadas em certos casos, para a recuperação total das estruturas locais.

 Pedindo a atenção especialmente a América e Rússia o Guardião Sete Encruzilhadas vem em nome de Deus com uma mensagem    URGENTE.

 Deus manda avisar em relação a doença "Ebola" que foi solta no País Africano, com um acordo entre um terrorista religioso e uma indústria farmacêutica, como recurso de ganhos elevados de capitais para ambos.

Esta doença irá matar cerca de 65% da população mundial, se nada for feito para travar este cataclismo, também isto irá desequilibrar o plano astral em massa que vai se refletir no mundo num aspecto negativo para todas as economias, isto irá trazer a fome entre outras doenças à escala mundial . 

Pedindo a estes Países que utilizem os seus serviços especializados para tentar controlar o vírus da "Ebola" !

Este vírus foi solto em África para ser transportado diretamente para a América, pelo motivo das intervenções contra um membros da religião em questão!

Também pedindo à população mundial que não se revolte contra a América, pelo motivo desta situação. Pois como todos sabem a América é o 1º País que está a nível mundial a tentar travar o terrorismo, para haver PAZ no mundo,como outros Países que colaboram com os serviços especializados Americanos .

Também sei que meu nome poderá servir de chacota a nível mundial, como também sei que a minha matéria (corpo de incorporação) correra riscos de vida por esta informação ser passada ao publico mundial!

O Jornalista: Paulo Rebelo sendo o receptor da informação do Guardião Sete Encruzilhadas  .
    

 

ENTREVISTA EXCLUSIVA DE RITA RIBEIRO

Em entrevista exclusiva ao canal, concedida por telefone, ela lamentou o ocorrido. Disse que a decisão da Fundac (Fundação Municipal de Cultura), além de equivocada, fomenta o ódio. “É lamentável que irmãos de fé, seja de qual for a religião, estejam se pegando por uma questão dessa. Respeite. Isso só fomenta mais ódio e a discórdia. E nenhum segmento religioso quer isso. Quer união, amor e paz”, diz.
A artista, que tem 27 anos de carreira e uma história elogiada e consolidada na música brasileira, conta que nunca havia passado por isso antes, mas, apesar da surpresa, não quer entrar no que chama de “briga religiosa”.


“Não vejo motivo de briga. Vejo motivo de se fazer valer a lei. Se a lei respalda o cidadão e diz que ele tem direito ao usufruto do espaço público que lhe é concedido, e fundação de cultura tem, por obrigação, fomentar a cultura dentro do seu estado, as pessoas tem que respeitar a lei e fazer valer o direito de uns e de outros”.
Rita não quer “brigar”, mas questiona a aplicabilidade de um lei clara que, pelo jeito, não foi compreendida pela diretora-presidente da Fundação, Juliana Zorzo, evangélica declarada. A cantora, ao contrario de Zorzo, sabe a tradução correta da palavra gospel, mas faz questão de ressaltar que, apesar disso, o nome “está diretamente relacionado ao segmento religioso do evangelismo protestante”.
Ela não discute isso. Releva, inclusive, o desconhecimento em torno de um erro que já virou regra, mas questiona a atuação de um órgão que deveria prezar pela isonomia.
“Uma fundação não pode, de maneira alguma, dar prioridade a determinados grupos religiosos e a outros não, porque a sociedade brasileira se constitui de um estado laico de direito, ou seja, tem direito a todas as suas crenças. Isso são pontos que tem que ser levantados. É isso o que vale”, diz.
Vale dizer, também, ela prossegue, que “religiosidade é particularidade do indivíduo” e as pessoas precisam entender isso. “Eu rogo a Olorum, Deus, Jeová, Jah, Oxalá, a todos os deuses, que ilumine a cabeça das pessoas para que elas passam a dar mais importância a outras coisas no mundo do que ficar se preocupando se fulano vai a um templo, uma sinagoga ou terreiro de umbanda. Repeite o indivíduo e suas escolhas. É isso que eu gostaria que existisse”.
Sobre o CD “Tecnomacumba”, que causou tanta discórdia, Rita esclarece que se trata de um projeto premiado, que completa, em 2014, 12 anos de existência e sucesso.


“Não é um projeto religioso. É cultural. Eu não sou uma cantora só de macumba. Eu sou uma cantora brasileira, que trabalha a cultura popular e reverencia, com isso, a cultura africana, especialmente sua religiosidade. […] Minha música é de transformação. É de amor, devoção e respeito ao outro. Eu não tenho interesse em entrar em nenhuma briga religiosa porque eu não faço só música de macumba”, declara, agradecendo o presidente da Tenda de Umbanda Pai Joaquim de Angola, Elson Borges dos Santos, que tentou trazê-la para a Capital.
“Quero ir à Campo Grande para ontem, mas quero ser bem recebida. Não quero invadir o espaço de ninguém e muito menos entrar nessa questão porque não vejo fundamento em brigas religiosas, porque nós temos o nosso direito garantido por lei de exercer nossa crença”, conclui.

Jornalista Paulo Rebelo
 http://www.campograndenews.com.br/lado-b/artes-23-08-2011-08/cantora-de-tecnomacumba-lamenta-veto-a-show-e-diz-que-decisao-fomenta-o-odioFONTE:

CHICO BRITO DÁ POSSE

Embu das Artes já tem o seu Conselho dos Povos Tradicionais de Matriz Africana. Foi criado em 8/8, em reunião que contou com a presença de representantes dos segmentos de matriz africana da cidade, de secretários municipais e do prefeito Chico Brito. “Esse é um passo a mais na política pública de reconhecimento dos povos tradicionais e na ofensiva da identidade do povo brasileiro”, declarou o prefeito. Chegou a entoar um canto – “Eu vi mamãe oxum na cachoeira/Sentada na beira do rio/Colhendo lírio lirulê/Colhendo lírio lirulá” –, que disse ter aprendido no terreiro da tia, no Parque Arariba, e foi acompanhado pela plateia de cerca de 150 pessoas, no Centro Cultural Mestre Assis. O canto coletivo é uma linguagem, como um jogo musical de perguntas e respostas, usada tradicionalmente pelos povos de origem africana.
O presidente da Associação Federativa dos Templos de Ubanda e Candomblé de Embu das Artes (Afucea), babalorixá Alexandre d’Ogun, falou do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos Tradicionais de Matriz Africana para o período de 2013 a 2015 e sua importância, dos povos jeje, ioruba e bantu. O povo bantu “está na base da origem do País e é o que mais imigrou nos últimos 200 anos”. Segundo ele, os povos contribuíram para a construção da língua portuguesa com mais de 5 mil palavras faladas no Brasil. “Que as casas de axé se articulem. O Estado tem uma reparação com o nosso povo, mas são vai acontecer se a gente não cobrar. Hoje é um dia de grande felicidade, de reflexão. Quero cumprimentar o prefeito pela abertura que nos tem dado”, afirmou Pai Alexandre.
Tatá Edson, do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana, fez considerações sobre crimes contra a humanidade. O termo de direito internacional define esses crimes como escravidão, assassinato, extermínio, deportação. São atitudes desumanas contra a população, incluindo perseguição por motivos religiosos, raciais ou políticos.
Para Marisa Araújo Silva, coordenadora da Assessoria de Promoção da Igualdade de Gênero e Raça, da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Qualificação Profissional, “o Conselho dos Povos veio para consolidar um trabalho que já vinha sendo desenvolvido pelos povos, que têm cadeira no Conselho Municipal de Igualdade Racial (Compir)”. Segundo ela, os dois conselhos devem dialogar permanentemente. A assessoria recebeu mais reforço para isso. Conta agora com Chindalena, que veio contribuir na assessoria, na área técnica dos povos tradicionais de matriz africana.
Pai Odési, coordenador estadual de Articulação Política do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (Fonsanpotma), que desenvolve o seu trabalho em Embu Guaçu, foi o mestre de cerimônia do encontro. Atuou ao lado de Ariele Moura, que conduziu o evento, com participação de babalorixás, ialorixás e comunidades.

Locais de oferenda

Valéria Romão Félix da Silva, de Umbanda, acredita que uma das mais importantes lutas do novo conselho será a liberação de locais para fazer oferendas, como cachoeiras, lagoas, “que estão em mãos de proprietários particulares que não entendem que esses lugares são de todos”. O prefeito já se adiantou a essa questão, oferecendo a colaboração da prefeitura para a limpeza dos locais, após os rituais de oferendas, “quando os povos determinarem que podem ser retiradas”.
Compareceram ao encontro secretários municipais Roberta Santos (Assistência Social, Trabalho e Qualificação Profissional), Geraldo (Gera) Juncal (Gabinete), José Ovídeo (Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Francisco Iderbal Teixeira Jr (Assuntos Jurídicos) e outros.

Conselheiros

Povo Bantu: Richard Pablo, Ebomy Amanda Antoniolli e Patrícia
Umbanda: Pai Jefferson, Pai Ozair e Mãe Nene
Povo Ioruba: Pai Leo, Mãe Viviane e Pai Adaison
Povo Jeje: Ekedy Cláudia, Elizabeth e Shirley
Afucea: Pai Alexandre e Ya Ana Rita
Fonsanpotma: Mãe Edna e Pai Odesi

Representante do Povo Bantu

Richard Pablo (Águas de Oxum)
Ebomy Amanda Antoniolli (Águas de Oxum)
Patrícia O. Antoniolli (Águas de Oxum)

Representante da Umbanda

Pai Jeferson Virmondes da Costa  (Terreiro de Umbanda Ogum Guerreiro e Katina da Silva)
Pai José Ozair (Casa de Pai Benedito Caboclo de Ubirajara)
Mãe Nene - Adelina Martins da Costa (Terreiro de Umbanda Pai Xango)
Representante do Povo Yoruba
Pai Leo de Logun - Leopoldino A. de Campos (Ile Ode Loreci)
Mãe Viviane Silva (Ile Alaketu Asé Ogun Onire)
Adailson Jacobina de Oliveira (Ile Ase Oju Oba)

Representante do Povo Gege

Claudia Eliane da Silva Sobrinho (Nago Vodun Ipo Minare)
 Elizabeth de Oliveira ( Nago Vodun Ipo Minare)
Shirley Evely Silva Barbosa ( Nago Vodun Ipo Minare)

Representante da Associação Federativa dos Templos de Umbanda e Candomblé (Afucea)

Pai Alexandre Rodrigues,
Ya Ana Rita da Encarnação

Representante do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (FONSANPOTMA)

Mãe Edna Carvalho,
Pai Odesi - Manoel Domingues


Jornalista Paulo Rebelo
Fonte  http://www.embudasartes.sp.gov.br/noticia/ver/6853

sábado, 16 de agosto de 2014

AGRADECIMENTO A TODOS OS PAISES QUE LEEM NOSSO JORNAL

O Jornal e sua redação agradecem a todos os países que nos visitam todos os dias :

Estados Unidos
Brasil
Portugal
Polônia
Argentina
Alemanha
França
Japão
Espanha
Uruguai
Reino Unido
Kuwait
Vietnam
Israel
México
Eslováquia
Suíça
Equador

UM MUITO MUITO OBRIGADO.

SUBSCREVA O JORNAL

NOVA EXPLICAÇÃO SOBRE QUIUMBAS



Quiumba : Entidade que também merece respeito, mesmo que estas Entidades sejam devotos das ordem dos seres humanos que só desejam o mal uns aos outros.
Teremos que ter em conta que a aparência de Quiumba mete medo, pois se aparenta com um Demônio, mas esta aparência com a junção da evolução se transforma em seres prefeitos e evolutivos. 

PORQUE: Simples eles já passaram por uma provação evolutiva desde EGUNS até chegar a Quiumbas, tiveram que passar por alguns estágios negativos tais como rabo de encruza, zumbateiros,almas penadas etc, tiveram que evoluir e o esforço e reconhecido pois lhes falta um ponto de evolução para poderem entrar no patamar de Exu noviço, para aprendizagem de fazer o bem e obrigar a que o carma dos seres humanos sejam compridos para facilitar a expiação evolutiva do ser humano, a caminho da Luz e de Deus.
Vejam todos os seres Humanos nascem sem aprendizagem, e ao longo do seu crescimento passam por muitas provas na vida, até chegarem a pontos evolutivos na vida. Muitos também ficam pelo caminho nas redes de drogas, prostituição e de crimes, mas nem todos ficam ai muitos passem estes flagelos no mundo, mas andaram de mãos dadas com quem caiu nelas, pois quem não cai não pode ser condenado como os outros da mesma forma os Quiumbas passaram e andaram de mãos dadas com quem não passou a evolução por isto merecem também respeito e incentivados a chegarem a Exu noviço, por este motivo não se deve julgar quem já tem sabedoria e aquele que teve que cair e se levantar para ser sábio também.




JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS

EXU

       
Exu é uma entidade, animada, gozadora, alegre, extrovertida, sincera e sobretudo, amiga.
Ele é o Guardião, dos caminhos, lutador contra o mal, sempre de frente, sem medo, sem mandar recados.



 Exu É o Guardião das pilatas da Criação.

   Exu é um termo originário do idioma iorubá, da Nigéria, em África, que representa o vigor, a energia que gira em espiral. Engana-se aquele que pensa que Exu Guardião existe apenas para fazer o mal ao ser humano.

Os Exus são verdadeiros cobradores do carma e responsáveis pelos espíritos humanos caídos; são o braço armado e a espada divina do Criador nas trevas, combatendo o mal e sendo responsáveis pela estabilidade astral na escuridão. Nos seus trabalhos, eles ajudam as pessoas a conseguirem o que necessitam dentro do plano material, tudo o que diz respeito à parte financeira, dão proteção, cortam demandas, desfazem trabalhos e feitiços. 


O JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS
 O Jornalista : Sacerdote Carlos Dias

O JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS
O JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS

CULTOS AFRO CONQUISTAM CLASSE MÉDIA

Em uma noite fria na cidade de São Paulo, um grupo composto por advogados, engenheiros, médicos e empresários se reúne em um salão amplo e bem iluminado no segundo andar de um prédio, na zona leste da capital. Vestidos de branco e carregando flores e velas, cada um deles está ali por motivos distintos, mas com um objetivo em comum: louvar os orixás – divindades africanas – e oferecer seus corpos como “casa” temporária para espíritos de caboclos e outras entidades. Esse ritual, ou “gira” na linguagem da umbanda, acontece quinzenalmente ao som de tambores e cânticos e sob a orientação do médium Rubens Saraceni, sacerdote umbandista. Além das profissões de prestígio dos frequentadores, outro detalhe chama a atenção: entre os mais de 200 médiuns, de ambos os sexos, presentes naquela noite, apenas três eram negros. A superioridade branca desse terreiro é um sintoma da nova composição de fiéis das religiões afro-brasileiras. Antes frequentados majoritariamente por pessoas de origem humilde, baixa escolaridade e negros – grupo ligado à origem desses ritos –, os cultos de matriz africana, como a umbanda, o candomblé e a religião dos orixás (leia quadro com as características de cada religião na pág. 53), conquistam cada vez mais a classe média branca e escolarizada do País. Segundo os últimos dados do IBGE, 47% dos adeptos das religiões afro no Brasil são brancos e 13% do total de fiéis tem nível superior completo – índice acima da média nacional, de 11%.


A advogada Flora de Almeida, 29 anos, é o retrato desse crescente tipo de devoto. Criada por pais católicos não praticantes, ela sempre sentiu falta de professar uma religião. “Mas não me sentia à vontade em instituições cheias de dogmas e regras nas quais não acredito”, diz Flora. Em 2012, enquanto enfrentava o término de um relacionamento amoroso, ela decidiu buscar apoio na umbanda, fez um curso e começou a trabalhar em um terreiro. Meses depois, no entanto, conheceu o candomblé e se apaixonou. Hoje ela é “filha” do sacerdote Armando de Ogum e ainda está assimilando os conceitos de sua nova fé. “É como se eu voltasse a ser criança. Tenho que aprender tudo do zero, e é um aprendizado muito bonito. Fui acolhida dentro de uma família”, diz.
As religiões de matriz africana chegaram ao Brasil entre os séculos XVI e XIX, trazidas pelos escravos, alguns deles sacerdotes, que eram traficados para cá. Como, naquela época, a única religião aceita no País era o catolicismo, os devotos dos orixás tiveram que se comportar como cristãos, frequentando ritos e cultuando santos católicos. Dessa mistura entre tradição africana e influência europeia nasceu o candomblé – que une a devoção aos orixás com conceitos da religião católica –e posteriormente a umbanda, misto de culto aos orixás, com preceitos kardecistas e crenças indígenas. “As religiões afro-brasileiras nasceram marginalizadas e, ao longo do tempo, foram estabelecendo laços com pessoas influentes, que ajudavam a diminuir o preconceito na sociedade em geral”, diz Reginaldo Prandi, professor-sênior do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “Mitologia dos Orixás”. “As pessoas de classe média e alta já vêm se integrando aos cultos afro há muito tempo, mas são discretas devido às suas posições sociais”, conta o sacerdote Rubens Saraceni. “Mas essa integração, principalmente à umbanda, cresce cada vez mais.”


Na esteira do aumento do grau de instrução dos fiéis das religiões afro surgiram escolas e cursos de umbanda e candomblé, que ensinam os conceitos teológicos por trás das atividades praticadas nos centros religiosos. Já existe até uma faculdade de teologia umbandista reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), a Faculdade de Teologia Umbandista (FTU). Outro setor que prospera com a inserção dos mais abastados nos cultos de matriz africana é o do comércio de artigos afro. Só a loja Mãe África, considerada a maior do País, oferece mais de dois mil itens em 340 m2 de área – o mais caro deles, uma peça em bronze que reproduz uma rainha iorubá (grupo étnico africano), custa R$ 15 mil. “A ideia de que as religiões afro são coisa de gente pouco instruída ou pobre está totalmente errada”, diz Prandi. “Hoje, a camada mais pobre do Brasil, a base da pirâmide, é, em sua maioria, evangélica.”

 Nascida em uma família de classe média católica e com ascendência oriental, a empresária Juliana Ogawa, 37 anos, presenciou de perto a mudança no perfil dos fiéis afro. Aos 13 anos, levada por um tio, ela procurou a umbanda pela primeira vez, atrás de uma cura ou explicação para as dores de cabeça que sentia constantemente, e que não foram diagnosticadas. Durante os sete anos seguintes, ela se dedicou à religião, descobriu-se médium, mas abandonou os rituais, procurou outras formas de exercer sua espiritualidade e só voltou para a umbanda em 2009. “Antes, era raríssimo encontrar alguém com ensino superior. Hoje, todas as pessoas da casa que frequento têm terceiro grau completo”, conta Juliana. Assumir sua opção religiosa, no entanto, não é mais fácil atualmente do que há duas décadas. “O preconceito ainda existe e parece até pior do que antes, por conta do avanço dos evangélicos neopentecostais, que são contra os cultos afro”, diz ela. “Os neopentecostais tratam as religiões de matriz africana como inimigas e esse intenso combate contribui para a evasão dos mais humildes”, acrescenta Prandi.


Jornalista Paulo Rebelo  http://www.istoe.com.br/reportagens/374654_AS+RELIGIOES+AFRO+CONQUISTAM+A+CLASSE+MEDIA

MAR DE PESSOAS CELEBRAM IEMANJÁ

Cerca de mil pessoas se reuniram na orla da lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (15), em frente à imagem de Iemanjá, para prestar homenagens, já, que, segundo os adeptos da umbanda, representa Nossa Senhora.


Marcada por muitas orações, a festa foi realizada pelo Centro de Umbanda Casa da Caridade Pai Jacob do Oriente. Foi o segundo ano que a festa aconteceu em Belo Horizonte.
A 19ª Peregrinação da Juventude ao Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, na região metropolitana, reuniu mais de 7.000 jovens. A missa foi presidida por arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo.


Jornalista Paulo Rebelo http://www.otempo.com.br/cidades/cerca-de-mil-pessoas-prestam-homenagens-a-iemanj%C3%A1-1.900758

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

EXU E DIFERENTE DE QUIUMBA




Exu é uma Entidade de respeito com força superior astral, que comanda os pólos do universo entre o bem e o mal, sabendo sempre o que faz. Mesmo muitas vezes os consulentes pensam que podem brincar ou mesmo destrocer a verdade, Exu deixa brincar até ao limite para depois desmascarar quem goza de plena certeza que o engana.                            Exu é uma Entidade que goza de plenos poderes desde o início da Criação Divina do mundo .
Um ser abençoado por Deus, pois lhe deu o poder da justiça sobre o ser humano, para se fazer  cumprir o carma de cada um, pois Exu é responsável por muitas e diversas situações no mundo que lhe é incumbido por Deus. É preciso saber com quem se fala ou mesmo se trabalha pois a diferença entre estes dois nomes Exu e Quiumba.
Exu pertence a QUIMBANDA
Quiumba pertence a QUIUMBANDA
Entre Quimbanda e Quiumbanda a diferença é apenas a letra ( i ) mas entre os dois nomes é grande a diferença, tão grande como a diferença entre o poder, pois Exu desfruta da bênção de Deus e Quiumba desfruta da maldade dos homens que só querem o mal ao próximo
Pensem nisto, pois iremos ainda falar e conversar sobre a entidade Quiumba.




O JORNALISTA : SACERDOTE CARLOS DIAS

AGRADECIMENTO AO PUBLICO EM GERAL



Bom dia a todos os leitores do nosso e vosso  JORNAL UMBANDISTA venho agradecer a todos pelo vosso carisma de leitores, pessoas lindas que se interessem pela palavra de Deus através da leitura.
Jesus assim disse "se junte a mim quem quer aprender pois será sábio", assim como todos vocês o poderam ser através dos esclarecimentos prestados através de entidades e pelo nosso trabalho de jornalistas para servir um publico de qualidade, nosso jornal esta pensado em lançar um livro com a historia de sua existência e com todas as noticias expostas em nossa página será um livro de lembranças e agradecimento a todos os leitores que fazem do nosso jornal um êxito todos os dias pela vossa assiduidade diária sobre estas linhas que nos foi confiadas pelas Entidades e Orixás com a autorização de Deus para esclarecer cada vez mais os passos que tem que ser seguidos tais como os de Jesus.


AGRADECIMENTO DA REDAÇÃO DO JORNAL UMBANDISTA


DESMISTIFICAÇÃO DE QUIMBANDA PARA OS LEIGOS



Quimbanda existe já à muitos milhares de anos extraída do Candomblé. Ela já existia nas tribos de África  quando se dava a escravatura dos negros através do tráfico humano para serem escravizados através dos europeus. Na descoberta de novos mundos para serem colonizados, estes irmãos de cor foram colocados como mercadorias de  venda pela Europa como escravos de trabalho, não tendo qualquer direito à vida como seres humanos. Ao começarem a ser traficados já nas terras santas, aparece na bíblia a libertação dos povos hebreus, etc, até chegar à altura das guerras e conquistas de  roma. Mesmo na altura da vinda de Jesus ao mundo, os escravos eram  escravizados para o uso liberal dos senhorios. Mais à frente na história, até na península ibérica, foram escravizados para o mesmo feito, sendo depois  transformados em remadores de barcos, chamados de barcos negreiros, que eram usados no transporte de mercadorias entre a Europa e o continente  americano, onde havia escalas entre as ilhas para  renovar o abastecimento de água, frutas e comida, que anos mais tarde se vem a  conhecer por Arquipélago dos Açores, nascendo, deste modo,  o cristianismo acentuado.
A Quimbanda ainda hoje não é reconhecida pelo Brasil como religião, mas já é reconhecida nos Açores.
Retomando à definição de Quimbanda, ela é  conhecida como quem representa espíritos do diabo mas não há nenhum registro que ela tenha saído da católica, pois foi o cristianismo que criou os diabos ou demónios graças às mortes em alta escala mundial através das cruzadas e da inquisição, razão pela qual dizem  que a Quimbanda é do diabo. É preciso ter consciência que a nossa religião vem das matas virgens de África e arredores, sendo assim, tal como Deus se manifestou em locais virgens para os ditos Profetas que ao longo dos anos foram instruindo a palavra de Deus que foi roubada por Roma que se titula a grandiosa. Se virmos bem o nome  - Igreja Católica Apostólica Romana -  não inclui a palavra religião, mas na verdade quem matou Jesus foram os romanos com a votação do povo. Para poderem continuar a receber impostos foi criada a Igreja Católica Apostólica Romana e colocado o dízimo ao povo se quisessem seguir as passadas de Jesus na Terra .

Nota : se repararem mais de 80% dos Exus são negros, por isto são vistos como demônios, ou seja, aparenta que mesmo depois de descarnarem são obrigados a serem escravos da praga humana, que é muito triste se ver isto e só  tem um nome  a dar RACISMO.

O JORNALISTA: SACERDOTE CARLOS DIAS

O TERROR DA CORRUPÇÃO DO GOVERNO BRASILEIRO



O Templo de Salomão construído pela Igreja Universal, de Edir Macedo, causou rebuliço nas últimas semanas. Comentários, análises, críticas e defesas foram feitas às dezenas nos jornais e nas redes sociais, e pipocaram fotos de autoridades políticas - às vésperas das eleições - na solenidade de abertura do santuário. Dessas fotos, uma me chamou a atenção de modo especial: estavam o governador estadual Geraldo Alckmin (candidato à reeleição para governador), o vice-presidente Michel Temer, a presidenta Dilma Rousseff (também candidata à reeleição), o prefeito Fernando Haddad (cujos índices de aprovação da gestão tem despencado, injustamente em minha opinião, mas isso é tema para outro texto), dentre outros, enfileirados e comportados, assistindo solenemente a cerimônia.
Evidentemente, convites para a participação em solenidades são feitos aos montes (e atendidos aos montes também), mas acredito que a foto ilustra o crescente papel da religiosidade nas eleições, principalmente a partir de 2002, contexto no qual a aproximação de candidatos em relação a líderes religiosos começou a ganhar destaque. Por exemplo, Haddad, que tem apresentado uma gestão progressista e de cunho social em termos de direito à cidade e planejamento urbano, não criticou - sequer comentou - a construção do templo, que tudo indica ser irregular. O templo foi construído irregularmente por ter obtido alvará de reforma (e não de construção), de modo que a Universal se livrou de uma série de encargos e prestações que deveria cumprir, como a concessão de 5% (no caso, seriam mais de 34 milhões de reais) para obras de mobilidade urbana.

O fato é que criticar o templo pega mal, partidos políticos e seus integrantes temem o peso do voto evangélico. Caso Haddad criticasse abertamente a construção, as chances de a oposição usar isso para tentar angariar votantes entre a população protestante seriam enormes. Em todo caso, o templo é - creio eu - algo razoavelmente inofensivo. A relação sobre evangelismo e política torna-se mais complicada quando paramos para pensar nos efeitos da religiosidade em debates relativos a direitos fundamentais.

Dois pontos relevantes que todos devem ter em mente sobre a delicada relação entre religiosidade e política no Brasil: primeiramente - um ponto levantado recentemente em entrevista pelo comentarista político Kennedy Alencar - as disputas por votos tiram proveito da confusão que a população faz entre poderes. Quando um candidato à presidência, por exemplo, pergunta ao opositor sua opinião sobre um tema controverso, como a legalização da maconha, cria-se uma situação de mal-estar para o perguntado, porque ele não é responsável por alterações na legislação sobre tal assunto. Essa competência cabe ao Legislativo, mas caso o presidenciável diga-se a favor ou contra, ele se queima com um dado setor de eleitores. Em outras palavras, mesmo que se eleja um presidente a favor de legalização da maconha, isso não implica na legalização, porque essa competência cabe ao Congresso.

Em segundo lugar, o número de evangélicos no Brasil é crescente, atualmente em torno de 22% da população, mas ainda não é - por si - decisivo nas eleições, especialmente se considerarmos que a adesão dos votantes evangélicos às diretrizes políticas de seus pastores não é absoluta, conforme salientado pelo historiador Marco Antônio Villa. Em todo caso, a bancada evangélica no Congresso conta com mais de 70 membros, e pretende aumentar esse número em pelo menos 30% no próximo pleito. Trocando em miúdos, isso implica dizer que apesar de os evangélicos - sozinhos - ainda não serem uma força decisiva no jogo político, são certamente uma força crescente, que deve ser considerada.

Temos assim uma situação complicada em termos de garantias de direitos fundamentais, em especial de minorias, e de discussões sobre temas polêmicos, como o aborto ou a descriminalização das drogas. As complicações, a meu ver, são de três tipos: no primeiro tipo, candidatos ao Poder Executivo estrategicamente param de se manifestar, ou o fazem de forma muito vaga, sobre tais assuntos (quando não adotam explicitamente posições conservadoras). O segundo tipo de complicação corresponde à aproximação de muitos candidatos a líderes religiosos que não necessariamente apresentam as melhores intenções em relação a grupos minoritários. Finalmente, o terceiro tipo é a paralisação de pautas que promovam direitos de minorias ou debates sobre assuntos polêmicos no Legislativo, aí sim, decorrente do crescimento da bancada evangélica.

Quais as consequências dessa situação para a política? Em minha leitura, são duas as principais consequências, as quais pretendo apontar esquematicamente nesse texto. A primeira consequência é a tendência à intensificação da muito debatida "judicialização da política", ou seja, minorias sociais, ONGs e outros agentes políticos tendem a levar suas reivindicações ao Judiciário, uma vez que garanti-las pela via tradicional do Legislativo tem se tornado cada vez mais difícil. Trata-se de algo perceptível, conforme pudemos acompanhar nas ações sobre união estável homoafetiva e descriminalização do aborto realizado no caso de fetos anencefálicos, casos nos quais havia grande pressão da bancada evangélica para que as pautas não avançassem no Legislativo. O processo de judicialização provoca, de um lado, a garantia de direitos pela esfera judicial, a partir da atuação de juízes não-eleitos, e de outro, um esvaziamento da legitimidade do próprio Legislativo, que passa a ser visto por muitos setores da sociedade como conservador ou mesquinho.

A segunda consequência é a perda de força dos direitos no jogo político. Para efeitos de ano eleitoral, essa me parece a consequência mais relevante. Liberdades que são consideradas direitos fundamentais são transformadas em moeda de troca eleitoral, pois para agradar os setores religiosos - usualmente mais conservadores - candidatos aos mais diversos cargos podem se comprometer a promover verdadeiras "caças às bruxas", ou se prendem ao silêncio incômodo da anuência com o absurdo (é estarrecedora, por exemplo, a falta de manifestações das autoridades em relação à violência religiosa que têm sofrido os praticantes de umbanda e candomblé). A tragédia que disso decorre é - para fazer um uso livre das expressões do filósofo Ronald Dworkin - uma conversão dos direitos, que são uma questão de princípio, em mera questão de politicagem.



http://www.brasilpost.com.br/daniel-murata/silencio-incomodo_b_5675497.html
Jornalista Paulo Rebelo

TERREIRO ATACADO OITO VEZES, PODE SER VÍTIMA DE TRAFICO

Dona de um terreiro religioso em Jardim Vale do Sol, em Duque de Caxias, que sofreu oito
ataques violentos em oito anos, a mãe de santo Conceição de Lissá, se reuniu nesta quinta-feira com o procurador-geral de Justiça do Rio, Marfan Vieira e com o presidente da Comissão contra o Racismo, a Homofobia e a Intolerância Religiosa da Alerj, deputado estadual Carlos Minc, que vai pedir ao governo do estado a criação de uma delegacia de Combate à Intolerância Religiosa.
“Todos os casos foram registrados na delegacia de Imbariê, a 62ª DP, e não foram investigados. Vamos pedir que o Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa da Polícia Civil investigue os oito ataques, que estão cada vez mais violentos”, contou Minc.
Ainda segundo ele, a mãe de santo pode estar sendo vítima de traficantes convertidos à igreja evangélica. “Essa é a principal hipótese. Não é uma briga de vizinhos, apenas. No Complexo do Alemão e na Ilha do Governador, grupos convertidos acabaram com terreiros de umbanda e candomblé. Só na rua do terreiro de mãe Conceição, há duas igrejas que demonizam a religião afro”, lembrou o deputado.

A mãe de santo contou para equipe de promotores do MP, que está sendo vítima de perseguição religiosa. No entanto, segundo ela, os policiais da 62ª DP têm tratado os atentados como se fossem meras brigas de vizinhos.
Dentre outros crimes, o barracão já foi invadido e teve as imagens sagradas de candomblé quebradas, sofreu incêndios e recebeu tiros. Sempre de madrugada. Dois carros de mãe Conceição já foram também queimados, provocando um prejuízo pessoal de pelo menos R$ 20 mil. A placa de um carro que rondava o barracão, antes de um dos atentados, chegou a ser anotada por um vizinho, mas a polícia ainda não chegou a um suspeito.
Num dos atentados, foi pichado numa parede a sigla CV, de Comando Vermelho. Mãe Conceição suspeita que ex-traficantes convertidos por igrejas evangélicas sejam autores da pichação e de pelo menos alguns dos atentados. “Uma vez tacaram uma bilha de aço que, se tivesse acertado a cabeça de alguém, teria matado”, disse ela.
Mãe Conceição mantém o terreiro há 13 anos e mora em outra casa na mesma rua. “Já deram tiros para dentro do centro, incendiaram o pavimento inferior e queimaram três veículos na minha porta. No último incêndio, no dia 26 de junho, o andar de cima foi destruído. Perdi todas as minhas roupas de santo e de alguns filhos, louças, móveis e eletrodomésticos. Eu estava expandindo o segundo piso e já tinha gasto mais de R$ 6 mil de material e mão de obra”, lamentou-se.

Jornalista Paulo Rebelo
http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-07-31/mae-de-santo-que-teve-terreiro-atacado-oito-vezes-pode-ser-vitima-do-trafico.html

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Pai de Santo do Brasil com noticia bombástica

Mensagem do Superior Órgão Internacional de Umbanda e dos Cultos Afros (Edson de Ogum Lages) http://www.vozdosorixas.com.br/ ao Pai de Santo Carlos de Ogum (Açores)
12/8/2014 - 19:37
Edson de Ogum Lages S.C.E: Pai Carlos de Ogum Açores Portugal:O Sr esta entre os que sabem o que são verdadeiros Mensageiros de Orixá.,O exp.Que tds devem seguir.EU peço a beça,que aqui no BRASIL não só os Papai de UMBANDA,mas tds que tem FEDERAÇÃO ,AUTORIDADES a fazer o mesmo ...




Jornalista Paulo Rebelo